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Nome: Luiz Fernando
Idade: 29 anos - Niver 14 de Março
Cidade: Registro - Vale do Ribeira
Gosto: Gosto... Amo... Adoro... trabalhar com crianças
Odeio: Maus tratos em crianças
E-mail: luizfernandorgt@yahoo.com.br

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Educação: Limites

Todos os pais têm o dever de cuidar e educar os seus filhos. Toda a criança tem o direito de receber cuidados e educação para que se desenvolva bem e se torne um adulto saudável. Mas o que mudou na maneira de educarmos nossos filhos?

Antigamente, a forma de educar era autoritária. Dizia-se que criança não sabia nada e que os adultos tinham que ensinar, corrigir, dar castigo e bater. Hoje, a forma de educar mudou; a criança é muito mais respeitada em sua individualidade e em suas necessidades. Mas com essa mudança nas relações com a criança, muitos pais estão tendo sérias dificuldades para dar limites e saber quando dizer SIM ou quando dizer NÃO sem traumatizar e, ao mesmo tempo, com a preocupação de criar futuros cidadãos que consigam praticar o bem. É muito importante para os pais acreditarem que dar limites aos filhos desde pequeno é ensiná-los a compreender que as outras pessoas também devem ser respeitadas. Para isso, é preciso que a criança entenda que pode fazer muitas coisas, mas nem tudo e nem sempre.

Dar limites é:

  • Ensinar para os filhos que os direitos são iguais para todos;
  • Ensinar que existem outras pessoas no mundo;
  • Dizer SIM sempre que possível e NÃO quando necessário;
  • Só dizer NÃO quando houver uma razão concreta;
  • Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem e explicar o porquê;
  • Ensinar a criança a agüentar pequenas frustrações do dia-a-dia para que, no futuro, possa superar seus problemas com mais equilíbrio e maturidade;
  • Desenvolver na criança a capacidade de adiar a satisfação – se não der para comprar hoje, amanhã quem sabe vai dar;
  • Saber diferenciar o que é uma necessidade da criança do que é apenas desejo;
  • Ensinar que cada direito corresponde a um dever e que cada dever pode corresponder a um lazer;
  • Dar o exemplo – quem quer ter filhos que respeitem as leis e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios.

Dar limites não é:

  • Bater nos filhos para que eles se comportem – quando se fala em limites muitas pessoas pensam que isso significa dar umas palmadas, bater ou até espancar. Isso só ensina a criança a ter medo, mas ela nada aprende; pior ainda, no futuro, pode vir a fazer a mesma coisa com seus próprios filhos;
  • Fazer só o que nós, pai ou mãe, queremos ou estamos com vontade, sem ceder nunca;
  • Ser autoritário, dar ordens e impor a lei do mais forte através de ameaças e da força física;
  • Gritar com as crianças para ser atendido.

Por que não bater?

É uma forma “deseducativa” de educar. A criança aprende que a força é o último recurso para solucionar discussões e conflitos e isso não é correto;

Bater nada tem a ver com dar limites. Quem bate dá uma verdadeira aula de falta de limites próprios e até de covardia;

Existem muitas formas mais eficientes e humanas do que a agressão física para manter a disciplina; elas trazem mensagens mais positivas para o futuro cidadão;

Com o tempo, a famosa “palmadinha leve no bumbum”, que tanta gente acha inofensiva, pode deixar de causar efeito e acabar se transformando em palmadas cada vez mais fortes e, ao final, em verdadeiras surras;

Mesmo obedecendo, a criança não aprende verdadeiramente, apenas deixa de fazer certas coisas por medo de apanhar;

Depois, quando os pais se acalmam, sentem-se culpados e tendem a afrouxar de novo os limites, e aí começa tudo de novo.

Mas como disciplinar sem bater?

Premiando ou recompensando o bom comportamento do filho e não só ralhando quando fazem algo errado. Quando a criança recebe estímulo, fica com a sensação de que vale a pena fazer as coisas da maneira certa;

Entendendo que premiar não é só dar “coisas materiais”. Para a criança, por mais consumista que seja a nossa sociedade, mais vale um carinho, um olhar afetuoso e um elogio sincero do que presentes, dinheiro, passeios;

Fazendo com que a criança assuma as conseqüências dos seus atos: com a mesma naturalidade com que elogiamos e premiamos nossos filhos, devemos conversar com eles quando eles erram, explicando e fazendo com que reflitam sobre as atitudes incorretas;

Tendo o cuidado de nunca rotular a criança, relacionando uma atitude errada dela a seu jeito de ser, para que ela não se sinta humilhada e derrotada. Dizer, por exemplo: “Meu filho, não é correto pegar o que não é seu sem antes pedir ao dono” e não “Você é desonesto, egoísta e quer tudo para você”.

Portal Amor de Mãe

Estou em falta por aqui, me desculpem ando numa correria no trabalho, mas daqui a umas duas semanas as correria diminue e as visitas e os posts seram com mais freqüencia...

Bjs no coração...

Ah!!!! a minha sobrinha virtual nasceu ELA É MUITO LINDA... http://umanjinho.blogger.com.br/

"Faça uma visitinha" - http://www.meusebastian.blogspot.com/

 
 



Escrito por Luiz Fernando às 18h42
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