GUIA DA DISCIPLINA 10 atitudes simples e espertas para domar a sua ferinha em casa

1 - Redirecione as atitudes do seu filho Como aplicar: Quando elas querem brincar com algo que não podem, distraia a criançada com brinquedos ou sugira uma nova atividade ao invés de ficar sempre dizendo “não”. Lembre-se: Essa conduta positiva funciona bem com crianças menores de dois anos, que têm pouco controle da impulsividade e falta de habilidade cognitiva para entender o porquê do “não”. Recomendado também para crianças no pré-escolar.
2 - Ignore as birras Como aplicar: Quando ele gritar e fazer birra, ignore. Essa tática também funciona para negociações. “Quando você parar de chorar, a gente conversa sobre o que você quer”. Lembre-se: Alguns comportamentos, como a inquietação, são mais irritantes que prejudiciais. Se você se prender muito a eles, pode acabar reforçando esses defeitos, e não corrigindo.
3 – Elogie ações alternativas Como aplicar: Elogie toda vez que ele tiver uma atitude bacana. “Foi legal da sua parte perguntar pro João se podia brincar com os caminhões dele”. Lembre-se: Reforço positivo é eficaz com crianças que tendem a ser rebeldes e desafiadoras. Sempre associe o elogio às devidas ações. “Eu gostei muito que você lembrou de guardar as roupas”.
4 – Proporcione atividades ao ar livre Como aplicar: Tenha certeza que seu filho possui tempo e espaço para fazer atividades ao ar livre. Vá a uma praça, parque, clube, algo do tipo, e se divirta com ele. Lembre-se: Essa é uma boa tática preventiva. Crianças pequenas que não conseguem verbalizar os sentimentos terão benefícios encontrando um jeito de liberar energia que poderia estar mal direcionada.
5 – Evite ser direto sempre Como aplicar: Na frente do seu filho, fale com outra pessoa como você gostaria que ele se comportasse. Seja calmo e neutro. “Quando Maria colocar o casaco e os sapatos, poderemos dar uma volta de carro”. Lembre-se: Esse tipo de tática pouco combativa permite que a criança ouça o que é esperado sem ser criticada. É uma boa forma para suavizar momentos críticos como a hora de dormir.
6 - Dê opções Como aplicar: Ofereça escolhas simples e práticas quando seu filho estiver sendo teimoso. “Você pode usar a calça jeans ou a bermuda, é sua escolha”. Mas tenha certeza que você vai sobreviver à opção dele. Lembre-se: Essa tática permite que a criança se sinta no controle e capaz de tomar suas próprias decisões. Uma advertência: evite dar opções demais.
7 - Peça que ele fale Como aplicar: Encoraje seu filho a lhe dizer como ele se sente e o que ele quer dizer. Quando você o vir batendo ou empurrando os irmãos ou os colegas, detenha-o e diga “me diga o que está havendo”. Lembre-se: Algumas crianças precisam ser encorajadas a falar quando estão chateadas. Você pode começar cedo, aos 2 anos e meio. Mas não espere que os pequenos estejam aptos para fazê-lo até completarem 3 anos ou mais.
8 - Ensine a ter paciência Como aplicar: Se você não pode atender seu filho na hora que ele precisa (no caso, se estiver ao telefone), diga: “não posso brincar com você agora, daqui a pouco. Você pode esperar, não é?”. Lembre-se: Algumas crianças precisam de atenção individual. Com essa tática preventiva, você reconhece o pedido dela, mas controla o tempo e a freqüência. É também uma boa forma de combater o mau humor logo no início.
9 - Incentive os debates Como aplicar: Quando irmãos ou amigos estiverem brigando, dê a chance para cada criança contar a sua versão da história. “Conte-me o que aconteceu. Como você está se sentindo?”. Depois pergunte: “o que podemos fazer?”. Lembre-se: Essa estratégia é recomendada para crianças com problemas de fala (no mínimo com 2 anos e meio) e é ótimo para os mais velhos (seis anos e mais). Permite que a molecada ouça e seja ouvida. Também ensina como resolver problemas.
10 - Ensine causa e conseqüência Como aplicar: Aponte uma conseqüência para seu filho que resolva o problema de conduta dele. Exemplo: “Você precisa arrumar a bagunça depois da brincadeira. Não poderá deixar o quarto até que ele fique organizado”. Lembre-se: Funciona melhor se você expor suas expectativas e explicar as conseqüências da falta de obediência.
Fonte Revista Pais e Filhos online
Escrito por Luiz Fernando às 12h30
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